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Conheça as características das fronteiras do Suriname


JORNAIS



SURINAME-GUIANA


FRONTEIRA: ASSINATURA DE PROTOCOLO COM SURINAME


PRESIDENTE SANTOKI RECEBE COLEGA DA GUIANA


Nesta terça-feira, 25 de novembro de 2020, em Paramaribo, como parte das comemorações do 45o aniverário de independência do país frente a Holanda, o presidente do Suriname, CHANDRIKAPERSEAD (Chan) SANTOKHI (61) (VHP) recebeu a visita de seu colega e vizinho, presidente da Guiana, Mohamed IRFAAN ALI (40) (PPC) para juntos discutirem a cooperação bilateral e ao final de vários encontros de trabalho assinaram Memorando de Entendimento para a construção da ponte sobre o Rio Corentyne a qual permitirá a promoção do transporte, comércio, turismo e, ainda, a possível construção de uma zona comum de livre-comércio. Em sua fala, o presidente Santokhi afirmou que a construção da ponte não é apenas um acordo para facilitar o cruzamento da fronteira, mas simboliza a transição do juramento para uma nova era, onde haverá bem estar e prosperidade do povo, democracia, e o império da lei".


PALAVRAS-CHAVES (TAGs) - América do Sul, Memorando de Entendimento, Paramaribo, Presidente Santokhi, Presidente do Suriname, Relações bilaterais, Relações Suriname-Guiana, Suriname


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SANTOKI TOMA POSSE ANTECIPADAMENTE


Em uma festa alegre apesar da epidemia, CHANDRIKAPERSEAD (Chan) SANTOKHI (61) (VHP) e RONNIE BRUNSWIJK (59) (ABOP) tomaram posse neste sábado, 18 de julho de 2020, pela manhã, como presidente e vice-presidente do Suriname, em uma transferência de poder que foi antecipada de agosto a pedido do próprio presidente que terminava seu mandato, DELANO (Desi) BOUTERSE (74), alegando a própria vulnerabilidade da idade no momento que a covid-19 se dissemina pelo país e as difíceis condições financeiras e sanitárias do tesouro surinamês. No recinto onde se deu a cerimônia, que contou com a participação de lideres religiosos abençoando as novas autoridades máximas do país, todos usavam máscara. Nas ruas, porém, que estavam animadas de populares, era difícil ver pessoas utilizando a proteção, fossem jovens, crianças ou mesmo velhos. Após a conclusão da cerimônia, presidente e vice-presidente desfilaram com seus ministros e familiares em uma espécie de trio-elétrico com muita música pelas ruas de Paramaribo. Ao passar pelas diferentes vias da capital, especialmente os bairros residenciais, a população os saudava com bandeiras do país e com as cores dos dois (2) partidos coligados. Ao que tudo indica, a ideia de rodar por parte da cidade foi uma forma encontrada pelas autoridades para evitar que houvesse aglomeração nas cercanias do local da cerimônia. E parece ter sido parcialmente bem sucedida apesar da quase total ausência de máscaras. Houve discurso do presidente e do vice-presidente em um dos bairros considerados redutos eleitorais importantes para a vitória.

O Suriname partilha uma fronteira de 593 km e até hoje apresenta baixa densidade demográfica e ausência de ligações viárias entre esta pequena nação e a maior da América do Sul. O contato diplomático mais recente entre os dois países de deu no governo do ex-presidente MICHEL TEMER quando o então ministro das Relações Exteriores, ALOYSIO NUNES Ferreira esteve em visita oficial ao país, mais precisamente em 14 de dezembro, últimos dias da gestão do então presidente brasileiro. De acordo com o sítio eletrônico do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, "Estima-se que haja, atualmente, entre 15 e 30 mil brasileiros residentes no Suriname, muitos dos quais se dedicam a atividades de exploração mineral. A regularização migratória desse contingente é objeto de contatos políticos de alto nível entre os dois países, além de ser tratada no âmbito do Grupo de Trabalho sobre Assuntos Migratórios e Consulares, criado em 2011", no início do governo da ex-presidente DILMA Vana ROUSSEFF.



PALAVRAS-CHAVES (TAGs) - Capital do Suriname; Ex-presidente Desi Bouterse; Fronteira Brasil-Suriname; Paramaribo; Posse antecipada; Presidente Chan Santoki; Vice-presidente Ronnie Brunswijk; Relações diplomáticas Brasil-Suriname.



SURINAME JÁ TEM NOVO PRESIDENTE


Nota atualizada em 15 de julho de 2020


Nesta segunda-feira, dia 13 de julho de 2020, 34 membros de 51 que compõem a Assembleia Nacional, no pequeno espaço físico onde se situa, escolheram o novo presidente e vice-presidente da República, como desdobramento das eleições gerais realizadas em 25 de maio passado nas quais a principal força de oposição obteve importante vitória. CHANDRIKAPERSEAD (Chan) SANTOKHI (61) (VHP) será o próximo presidente do país e RONNIE BRUNSWIJK (59) (ABOP) o próximo vice-presidente. Santokhi, ex-ministro da Justiça e Polícia durante o governo do ex-presidente Runald RONALD VENETIAAN (2005-2010), substituirá a DELANO (Desi) BOUTERSE cuja biografia se confunde com a independência do pais de sua antiga metrópole, a Holanda, mas também se confunde com toda uma ligação com o socialismo, repressão a oposição acompanhada de mortes. No entanto, em tempos mais recentes, ele foi eleito pelo voto popular e sua gestão se comportou dentro dos limites da constituição do pais. Mas seu mais recente governo coincidiu com a condenação judicial pelos crimes cometidos no passado, embora isto não signfique sua prisão. Por seu turno, o novo vice-presidente Brunswijk substituirá a Micahel ASHWIN ADHIN (40) (NDP), quem, provavelmente, será a nova liderança que procurará ocupar o espaço político de Bouterse. Não deixa de ser interesse constatar que o Suriname, tendo vivido seu curto tempo de independência às voltas com a construção de um estado democrático, tenha agora uma sucessão razoavelmente tranquila, enquanto a vizinha Guiana, com trajetória razoavelmente distinta, esteja neste momento em um conturbado processo sucessório sem que o país saiba oficialmente quem será seu novo presidente a despeito de as eleições terem se realizado em 2 de março passado.


PALAVRAS-CHAVES (TAGs) - ABOP; Assembleia Nacional; Ex-presidente Desi Bouterse; Novo presidente do Suriname; presidente do Suriname; presidente Chan Santokhi; VHP; vice-presidente da República; vice-presidente Ronnie Brunswijk;




FRONTEIRAS


O Suriname faz fronteira com três (3) países a saber: 1) Brasil ao Sul; 2) Guiana Francesa a Leste; e, 3) e Guiana a Oeste. Com o Brasil não há qualquer litígio desde 1906 quando o Suriname ainda era colônia holandesa, embora haja problemas de incursão ilegal de garimpeiros brasileiros e tráfico de drogas em sentido contrário. A extensão da fronteira com o Brasil é de 593 km sendo integralmente por divisor de águas. A fronteira com o Brasil se faz em sua quase totalidade com o estado do Pará (PA) e apenas 25 km com o estado do Amapá (AP) (algumas fontes dão conta deste trecho ser de até 52 km). Entretanto, para qualquer observador visual leigo, a fronteira com o Brasil é seca no que diz respeito aos rios mais importantes de ambos os países. Até hoje não existe posto de passagem na fronteira entre os dois (2) países. Quem desejar sair do Suriname em direção ao Brasil precisará ir pela República da Guiana ou pela Guiana Francesa. A fronteira do Suriname com a Guiana Francesa está agora definida pois desde o dia o dia 15 de março de 2021 a mesma foi oficialmente demarcada com precisão e conta com 510 km. A partir desta assinatura colocou-se um fim a uma pendência que vinha desde a independência do país. O posto oficial de travessia para a Guiana Francesa se dá pela comuna de Albina à margem do rio Maroni ocorrendo por balsa (ferry) em direção a Saint Laurent du Maroni do lado da Guiana Francesa. Mas há problemas com a República Cooperativa da Guiana e ambos os lados não divulgam a extensão da mesma. No Suriname a cidade mais próxima da travessia para a República Cooperativa da Guiana é Nieuw Nickerick que fica aproximadamente a 38 km de onde se toma a balsa para Molesom Creek. Os dois lados se situam bem ao Norte dos países.


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